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A empresa CINQ Technologies fez uma semana da SIPAT muito divertida e inovadora.

A psicóloga Odegine Graça participou da semana com dois temas especiais: “Autoestima: Uma Ferramenta para o Sucesso” e “Empresas do Futuro são Feitas de Pessoas Felizes”.
A empresa de tecnologia entendeu que é feita de pessoas humanas e que estas precisam estar bem para que o trabalho tenha qualidade.
Parabéns a CINQ e a sua representante Gisele pela organização do evento.

Psic. Odegine Graça

A mulher que havia perdido a esperança

Uma pequena réstia de luz atingiu a cabeça de Stella Regina, bem na altura da testa e de repente, muito fracamente, ela ouviu uma voz de menina rir dentro do seu coração.

Nesse riso ela se encontrou em um campo florido com uma garotinha magrinha de saia xadrez e chinelos de dedo. A menina sentada na relva sentia o vento e se aquecia ao sol.

Stella podia ouvir os pensamentos da menina:

-          Ainda serei grande, e quando for grande, eu vou morar bem longe daqui. Vou ter uma casa enorme, muito conforto, vou ser respeitada e terei uma linda profissão. As pessoas vão me reconhecer quando eu passar na rua e vão dizer “Lá vai a moça do livro, a moça da TV, a moça do jornal. Sabe aquela moça ali, ela é muito famosa, ela faz um trabalho incrível e ajuda milhares de pessoas.”

Stela podia falar com a menina mesmo do  lugar onde se encontrava. E perguntou:

-         O que está fazendo menina?

-          Estou sonhando – repetiu a menina sem hesitar um só minuto. Estou construindo o meu futuro, estou plantando boas sementes para quando eu precisar.

A menina respondeu a tudo sem abrir os olhos e continuou a relaxar, sonhando, aquecida pelo sol e acariciada pela relva verde e tranqüila. Parecia que nada podia derrotá-la, nada poderia entristecê-la. Ela estava ali naquele momento, escrevendo seu futuro.

Nesse exato momento Stella Regina entendeu tudo. Era isso mesmo.

No mesmo instante o homem de asas brancas surgiu em sua frente ainda com o capim entre os dentes e no velho tom bem humorado ressaltou:

-          Demorou heim? Vamos embora daqui – e estendendo as mãos retirou Stella do lodo, a envolveu em seu braços e carregou-a para fora do lugar sombrio, em um vôo espetacular.

O ser cinza nem sequer teve tempo para fazer qualquer gesto. Chegaram à estrada de onde haviam saído, porém, agora se sentaram nas mesas de uma linda choupana que se encontrava entre lindas arvores bem ao lado da estrada. Choupana essa que Stella jamais havia observado.

Uma moça com roupas coloridas e um enorme chapéu igualmente colorido trouxe-lhes suco, pão e frutas, tudo numa bandeja de flores. Stela Regina então observou que suas roupas estavam limpas e eram outras, roupas e sapatos elegantes.

–          Quem é você? – Repetiu Stella ao homem de asas. O que é esse lugar?

O homem sorrindo respondeu:

-          Eu sou você, aquele lugar é você, esse lugar é você e você é bem mais que todos esses lugares juntos.

-          Como assim? – Repetiu Stella Regina.

-          Você consegue acreditar que está aqui e não mais está lá?

-          Sim, consigo. Com absoluta certeza consigo – e sorriu.

O anjo sorriu…

-          Sente medo de voltar para lá?

-          Sim, sinto.

-          Apenas enfrente esse medo, sempre… trate-o como uma emoção passageira e não como uma determinação da vida. Quando ele vier, sinta-o e deixe passar, como um riacho… nunca como uma represa. Você estará segura assim. Faça isso com todos os medos, toda sensação de falta, de angústia, de fraqueza… você é um rio e não uma represa.

-          E você realmente é real?

-          Tão real quanto o seu medo… tão real quanto aquele lugar… tão real quanto as coisas que você deixa passar e tão real quanto as coisas que você represa e segura com você. Você vai me deixar passar? Você vai me represar? Qual a sua escolha.

E Stella Regina viu aquele ser de luz e asas desaparecer como uma brisa… mas ela ainda o ouvia falando, tão alto e claro que parecia que ainda estavam de frente um para o outro, conversando em alto e bom som sobre a vida.

Ela pensou consigo mesma – Nunca mais vou estar sozinha.

Ouviu uma gargalhada e aquela voz ressoou novamente:

-          Nunca esteve… nunca esteve.

 

http://www.caentrenos.org/falando-de-amor-capitulo-3final

Psic. Odegine Graça

Stela Regina piscou os olhos várias vezes para poder ter certeza que os mesmos estavam abertos, tamanha era a escuridão que a envolvia. Moveu-se com dificuldade e seu corpo estava gelado. Tentou lembrar-se de onde estava, mas sua mente não a ajudava em nada. Seu nariz anunciava um cheiro de mofo… Ou seria podre? Aos poucos seus olhos foram se acostumando com a escuridão e as formas bruxuleantes foram se fazendo em seu campo visual.

Estava submersa em  um lugar horrível, em um enorme lodo. Ao seu lado havia muitas rochas lodosas e mal cheirosas. Era impossível se movimentar. Tentou sentar-se e atolou-se ainda mais no lodo frio. Quanto mais tentativa de movimento fazia mais se afundava. Então ouviu uma voz tão asquerosa quanto o lodo a sua volta.

- Desista, desista. Você jamais vai conseguir sair daí. Não adianta gastar suas energias, sossegue. Isso é assim mesmo. Quanto mais lutar mais vai se afundar. Você nunca poderia sair daí. Você merece estar aí, na verdade você deve estar aí. A mais pura de todos as verdades é que sua única capacidade é de estar ai, exatamente onde você esta.

- Não, não, não mesmo… Eu não quero estar aqui, eu não mereço estar aqui, eu quero…

- Cala a boca bebê chorão… É só isso que você sabe fazer: reclamar, reclamar e reclamar… Você é como sua mãe, seu pai e como o restante dessa humanidade podre que está toda ai. – A voz asquerosa mostrou uma mão cadavérica saindo por entre um manto cor de cinza que cobria seu corpo e rosto como um todo, e mostrava agora, um mar de pessoas uivantes e atoladas como Stela Regina.

- Que horror – gritou Stela cobrindo os olhos para não ver a cena horrível que se desvendava diante de seus olhos.

- Isso – continuou o ser cinza. Cobre os olhinhos criança assustada – e uma gargalhada rasgou  aquele lugar sombrio e nefasto deixando a paisagem completa com aquele som tão apropriado àquele ambiente cavernoso, doentio e escondido. Isso de nada vai adiantar, só desiste de tentar. Se entrega, é essa sua vida, é esse seu destino, é aqui que você deve ficar. Veja – mostrou o ser cinza – ali esta sua mãe, seu pai e seus irmãos, vê como eles estão quietinhos? Já nem percebem mais que estão aqui. Fica quieta e aceita sua situação que logo você acostuma.

Stella Regina olhou para frente e viu sua família ali, quieta. Afundados, seus rostos não tinham mais olhar, nem expressão alguma de algo que um dia foi humano. Eles só estavam ali, comodamente atolados.

- Mamãe – gritou, e a mulher não demonstrou nenhum sinal de vida. Papai, papai – gritou mais forte. O mesmo se deu com seu irmão. Ninguém lhe respondia todos continuavam ali, mortos vivos, comodamente atolados.

- Pare de se debater. Quanto mais cedo aceitar, mais cedo ficará em paz, tranqüila, sendo aquilo que é para você ser. Aquele é o seu destino. Assim foi com seu pai, com sua mãe, com toda a sua família e assim será com você. E isso é assim mesmo. Você deve somente aceitar.

A coisa cinza falava agora com uma maciez indescritível em sua voz. Ao ouvir aquele som tão conhecido Stella teve uma vontade enorme de se deixar vencer, de parar de lutar, de acreditar naquilo. Afinal, de alguma maneira, em algum lugar dentro dela aquilo tudo era tão conhecido, tão confortável. Talvez o mundo fosse mesmo assim. Talvez esse fosse mesmo o seu destino. Talvez…

Ela estava tão cansada de lutar tanto, de procurar tanto e de encontrar tão pouca coisa boa em sua vida. E se o mundo fosse mesmo aquele? E se pela primeira vez em sua vida seus olhos realmente estivessem abertos? Ela havia lutado sempre tanto e no final era sempre a mesma coisa: aquela sensação de ter perdido. Ela era sempre traída, relegada a segundo plano. Era sempre alguém com mais poder que dava as cartas e acabava com tudo que ela havia feito até ali. Agora, aquilo lhe parecia verdade. Na verdade, aquilo lhe parecia mesmo natural. A vida era mesmo isso. Os seres humanos eram podres seres.

Resignada acomodou-se no lodo fétido em que estava atolada e quanto mais se aquietava mais confortável aquilo lhe parecia. Até que ela ficou bem quietinha. Tão quietinha que não conseguia mais ouvir o seu coração.

- Isso mesmo, bem assim – disse o senhor cinza lodosa. Boa menina. Agora sim. Enquanto falava o ser tenebroso passava as mãos na cabeça da mulher, e essa sem movimento e sem sentido, nada percebia, nada sentia, só estava confortavelmente ausente de si mesma.

 

http://www.caentrenos.org/falando-de-amor-capitulo-2

Odegine Graça

Era uma vez uma mulher que cansou de sofrer e decidiu deixar o mundo em que vivia em busca de um mundo melhor. Ela não podia se conformar em viver todos os dias da mesma forma e ver as pessoas vivendo todas, todos os dias da mesma forma. Por mais que se esforçasse  ela não conseguia ver um sentido para tanto sofrimento e desamor. Parecia que os homens e mulheres do seu mundo tinham apodrecido o coração e viviam somente para atacar e se defender, haviam esquecido a sua humanidade e viviam puramente como animais.

Profundamente triste essa mulher pegou somente mais um par de roupas e de sapato, pôs em uma pequena mochila e começou a caminhar pela vida sem rumo, sem destino, sem compromisso, sem acreditar em nada mais que em seus passos. Andou por um dia inteiro, comeu muito pouco e bebeu muito pouco, e descobriu ao cair da noite que precisava comer e beber muito pouco para continuar viva. Uma triste solidão tomou conta de seu coração quando se deitou na relva e vislumbrou o céu estrelado de noite escura e ar puído. Seu coração bateu forte e ela teve saudades de casa. Mas que casa? Talvez as estrelas fossem sua casa, talvez fosse o céu que procurava na terra. De onde ela vinha? Para onde iria? Perdida em seus pensamentos assim como naquela noite, naquele caminho, naquele lugar, naquela terra, ela adormeceu, respirando profundamente aquele ar que era de todos, mas não era de ninguém. E seu corpo sentiu-se aquecido, coberto, protegido, muito confortável, como jamais ela havia sentido antes e um doce calor subiu por todo o seu corpo e uma voz macia ressoou por todo o seu ser desértico.

Dorme criança do meu coração, dorme, pois eu estou aqui como sempre estive para te amar e te proteger. Dorme e amanhã não vai lembrar-se de nada, mas o teu ser mais profundo entenderá que não está sozinha. Por hoje dorme. Somente dorme. Eu estou aqui, entre esse céu, esse ar, essa terra, por entre essas árvores, no teu ser do teu ser. Estou aqui como sempre estive e sempre estarei.

No dia seguinte a mulher  acordou e o sentimento de solidão, dor e abandono haviam desaparecido. Seu corpo estava descansado, e ela sentia seus olhos abertos, seus ouvidos abertos, seu coração aberto e tinha vontade de voltar para casa.

Sim, ela tinha uma casa, tinha um lugar, tinha uma família. E o seu coração lhe dizia que essa casa, essa família, poderia ser ali mesmo naquele instante ou poderia ser de onde viera, ou para onde iria. Ela sentiu-se ligada a todo aquele universo sem fim e sem começo, sentiu-se livre, feliz e protegida. A vida parecia sorrir pela primeira vez após tantos anos e ela sentiu o Sol em sua pele. O dia amanheceu e a vida sorria para ela, naquele vento, naquele Sol. A terra quente abaixo de seus pés sustentava seu corpo e seu corpo sustentava sua alma e sua alma sustentava seus anseios e seu coração estava quieto e tranqüilo e ela sentia-se por inteira completamente humana, inteiramente feliz, saudavelmente presente naquele corpo, naquela vida, naquele instante presente. E no aqui e no agora ela era completamente, e tinha tudo.

Assim reiniciou seu caminho rumo a todos os lugares, com o coração cheio de esperança, sentindo o Sol, sentindo a vida e sentindo-se na vida, viva. Uma pergunta se fazia no ar a ressoar em seu coração: o que havia acontecido na noite anterior? O que havia mudado tão radicalmente seu ponto de vista? Quase no mesmo instante de sua pergunta uma sombra com grandes asas apareceu a seu lado, assustada olhou imediatamente a sua direita e viu um enorme ser branco, cheio de penas e com asas enormes. Se parecia humano, mas com certeza humanos não tinham asas. Um sorriso maroto se fez no canto esquerdo do rosto claro do homem com asas, uma covinha apareceu em seu canto esquerdo da boca que exibiam agora dentes muito brancos e bem alinhados, os olhos castanhos dourados se sobressaiam, a tez branca e os cabelos extremamente escuros e longos.

-          Quem é você? – perguntou a mulher esfregando os olhos como quem quer entender que não esta sendo vitima de uma peça pregada pelos próprios sentidos.

-          Eu? – repetiu o homem de asas apontando para o seu próprio peito. Eu sou eu – repetiu firmemente e entusiasmado. Eu sou isso que sou – estendeu as mãos apontando para todo o ser completo. Nada além disso, e estou muito além de tudo isso – e apontou para a cabeça da mulher que o olhava aturdida. Eu sou aquilo que sou, e sou aquele que  è e jamais serei diferente disso, pois estou além do tempo e do espaço. E concluiu sorrindo.

-          Mas… Que explicação mais confusa – reclamou a mulher. Como você quer que eu entenda algo assim? Não sou pitonisa para decifrar oráculos – concluiu mal humorada, com a testa enrugada como era o costume sempre que ficava confusa.

-          Ok – respondeu o homem de asas, sorrindo, divertido da resposta da mulher. Então vamos tentar assim: quem é você?

-          Eu? – apontou a mulher para seu coração.  Eu sou Stella Regina disse a mulher com voz firme e decidida.

-          Ah! Você é a estrela rainha? – O homem de asas fez uma reverência com as asas à mulher e continuou. Em que mundos têm brilhado? O que tem feito com os seus poderes de estrela rainha?

-          Como assim? Esse é só o meu nome. Só isso.

-          Como assim só isso? Você não entende que seu nome é o selo do seu destino e o título principal do livro onde deve escrever com seu próprio punho seus atos na Terra? E depois de partir para lá – apontou o dedo para o Sol – onde continua seu caminho, na paradinha no meio da continuidade, terá que mostrar seus escritos e então abrirá o livro da sua missão para concluir como foi aqui – apontou para o chão – e isso definirá para onde irá.

-          Nossa… – A mulher coçou a cabeça ainda mais confusa. Acho que vou parar de perguntar. Cada resposta sua me deixa ainda mais confusa. Do que você esta falando?

-          Estou falando de você, do seu poder, da sua luz, do quanto você é especial e de como o mundo precisa da sua luz. Você é única, especial e veio para fazer algo que ninguém nesse planeta pode fazer a não ser você. Se não fizer o mundo empobrecerá e ficara mais escuro, e seus irmãos de viagem ficarão mais confusos, agressivos e perdidos.

-          Que? – respondeu a mulher indignada. Você ta querendo dizer que a culpa dessa esbórnia toda é minha? Quer dizer que o mundo está essa droga que tá porque eu, euzinha, estou deixando de fazer alguma coisa? Era só isso que me faltava mesmo.

-          Sim. Estou dizendo exatamente isso. Você não é uma euzinha, você é bem mais que isto, você é uma estrela rainha e deveria estar brilhando, iluminando, elucidando mentes e esclarecendo espíritos, mostrando o caminho. E o que está fazendo? Está fugindo. Muito bem. Muito bem mesmo. – O homem de asas concluiu sua frase batendo as asas como quem aplaude a um show.

-          Areee arghh… – A mulher cruzou os punhos de raiva e sentou-se a beira da estrada, fechando os olhos com as mãos e repetindo. Isso não existe Stella Regina, você esta alucinando, está alucinando… Definitivamente está ficando louca. Homens com asas não existem. Agora você abrirá os olhos e verá que está sozinha e tudo isso é efeito do Sol e de muito stress. Respire fundo e abra os olhos.

A mulher abriu os olhos e olhou para a estrada vazia, vislumbrando somente um raio de Sol brincando no asfalto. Suspirou aliviada. Concluiu aliviada, dando um tapinha no próprio braço – Viu Stella, eu te disse?

-          Disse mesmo… – ressoou a voz ao seu lado. O homem de asas estava deitado ao seu lado, no caminho, mascando zombeteiramente um pedaço de capim. Essa coisa de auto-hipnose dá bem certo mesmo sabia? Mas acontece que eu sou imune a isso. – E riu muito.

A mulher levantou-se e começou a caminhar de cabeça baixa, e repetindo para si mesma – Ele não existe ele não existe ele não existe.

Enquanto ela andava e repetia, o homem de asas a cobria com suas asas contra o Sol ardente. Após quilômetros da mesma repetição, o homem de asas decidiu enfim manifestar-se indignado.

-          Ok então, você quer que eu não exista? É assim que vai ser de agora em diante. Vou desaparecer, e só vou voltar quando você me chamar e disser que quer continuar essa conversa, ok? – E desapareceu.

Ao desaparecer, o Sol ardeu cruelmente sobre a cabeça da mulher e a mesma sentiu-se tonta e enjoada. Sentou a beira do caminho sem forças para continuar. Sua cabeça rodava, o sol escaldante afligia todo seu corpo e suas vistas embaçadas se negavam a definir qualquer objeto a sua frente. Tudo o que via era uma luz ardente. Confusa, exausta, deixou seu corpo tombar no chão. O mundo desapareceu debaixo do seu corpo, e tudo ficou escuro. E nada fazia sentido algum.

Ela havia perdido os sentidos.

 

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No dia 15 de Outubro, em comemoração ao Dia dos Professores reuniram-se  na Casa da Cultura de Campo Largo os profissionais de educação do município para assistir uma maravilhosa palestra proferida por Odegine Graça e oferecida pelas vereadoras Lindamir Ivanoski e Sandra Marcon, que tem um histórico de luta e defesa da classe educacional de Campo Largo.

 

http://www.caentrenos.org/palestra-dia-dos-professores-campo-largo-2010

 

 

 

 

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Os professores do Colégio Municipal Eunice Braga em comemoração ao Dia do Professor receberam a palestrante Odegine Graça para tratar do tema “Viver Coisas Novas”. A linguagem utilizada pela palestrante, mesclando música ao vivo com explicações profundas e muita alegria contagiou todos os participantes.

 

 

 

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